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terça-feira, 17 de maio de 2011

Justiça para gringo ver!


Hoje foi veiculada notícia que dar conta que pilotos norte-americanos foram julgados pelo envolvimento no acidente entre vôo 1907 da Gol e o jato Legacy foram condenados a um pouco mais que 4 anos, pena essa que foi convertida em serviços comunitários no país onde habitam os réus.

Lembremos que esse acidente resultou na morte mais de uma centena de pessoas e provocou comoção nacional e internacional, figurando como um dos maiores acidentes da história da aviação brasileira.

Reflitamos: será que se tratasse de acidente em solos da pátria do Tio Sam, envolvendo pilotos brasileiros, o desfecho seria o mesmo?

Pelo que foi noticiado, houve a caracterização da imprudência, ou seja, os pilotos, a exemplo dos controladores de voo, assumiram o risco ao negligenciarem que as aeronaves poderiam colidir. O que acontece com latinos imprudentes em terras yankees? injeção letal, cadeira elétrica ou prisão perpétua?

No Brasil, yankees esperam julagmento em liberdade, são condenados e têm suas penas convertidas em serviços para a sociedade. Eles moram nos States, mas certamente vão arrumar alguma forma para que eles cumpram tão árdua pena perante à sociedade brasileira. Se acham que a via sacra yankee acabou, ledo engano! Eles tiveram sua licença para voar suspensa... isso mesmo: - SUSPENSA!

O que quer dizer que eles continuarão a colocar em risco a vida alheia! Espero que pelo menos sejam impedidos de entrar na Pátria Amada.

quinta-feira, 12 de maio de 2011

Gasolina pela hora da morte III - a luz no fim do túnel

Saiu na Folha de São Paulo que a gasolina respondeu por um terço do Índice de Preços Amplo ao Consumidor - IPCA de Abril (atingiu 0,77%), chegando este ao percentual de 6,51% no acumulado dos últimos 12 meses, bem acima da meta de inflação do Governo Federal fixada para 2011.

No Acre, essa participação deve ter sido maior haja vista ter havido dois aumentos consecutivos!

O fato é que o Governo Federal vai intervir no mercado para baixar o preço da gasolina e amortecer a pressão inflacionária. O Ministro de Minas e Energia, Edison Lobão, afirmou que a BR Distribuidora vai reduzir o preço do líquido precioso de 6% a 10%, acontencendo redução semelhante com o etanol (álcool combustível). A perspectiva do Governo é que a BR Distribuidora, Subsidiária da Petrobrás e maior distribuidora de combustível do país, pressione os concorrentes a fazerem o mesmo - baixar a preço.

No entanto, em economia, estudamos que os preços são rígidos para baixo. A queda do preço dos combustíveis (álcool e gasolina) se dará da distribuidora para os postos. O que quer dizer que não saberemos ao certo o tamanho da redução que teremos nos preços no bico da bomba dos postos, pois os donos destes que determinarão quanto desse percentual passará diretamente para o consumidor.



Caso estivivéssemos falando de um mercado competitivo, seria quase certa a redução do preço numa magnitude muito parecida a que a BR distribuidora repassará para os postos, mas como se tratam de oligopólios, em alguns casos, até carteis, muito provavelmente não veremos nas bombas a transferência dos benefícios passados da distribuidora para os postos.

Os empresários vão alegar que o custo operacional aumentou, que seus custos indiretos só sobem... enfim! Continuarão a dar desculpas para não baixarem o preço do combustível para o consumidor final. Enquanto isso, ficamos nós a contar moedas para para abastecer nossos veículos ou podemos optar pelo transporte coletivo que o preço também não é nenhuma pechincha... Ficamos entre a cruz e a espada!

sexta-feira, 6 de maio de 2011

A luta amordaçada!

Parabéns aos homessexuais pela vitória na primeira batalha pelo reconhecimento da união estável entre casais gays!

Agora o próximo round será a criação de uma lei que torne o direito automático, ou seja, para que um casal gay possa requerer "seu casamento" civil em um cartório, pois este não é obrigado a aceitar a realização da união, no entanto poderá usar o bom senso para fazê-lo, haja vista que o casal prejudicado poderá e deverá acionar a justiça para oficializar a união. Aí sim o cartório será obrigado a realizar a cerimônia, tendo em vista que o Supremo Tribunal Federal - STF fechou o entendimento sobre a questão.


Vale lembrar que a Constituição Federal e a Lei da União estável tratam do reconhecimento da união entre o homem e a mulher, ou seja, o Supremo rasgou a Constituição para conceder o mesmo direito para pessoas do mesmo sexo. Se o Supremo, que é o "Guardião" da Constituição Federal, rasgou o seu entendimento formal para reconhecer uma prática social, cabe agora o legislativo propor Emenda que altere o texto de nossa Carta Magna, pois as normas que regem nossa sociedade devem evoluir de acordo com o que ocorre em seu âmago (da sociedade).

Àqueles, religiosos ou não que são contra a união estável entre pessoas do mesmo sexo, cabe superar seus preconceitos e entender que o cidadão homoafetivo não deixará de sê-lo em razão da sua aceitação ou não pela sociedade. Isso é comprovado quando olhamos para a história das civilizações antigas.

Agora cabe aos legisladores regular aquilo que já acontece de fato. O IBGE constatou a existência de 60 mil casais homoafetivos no Brasil. Agora eu vos pergunto: é justo que um casal que construa uma vida a dois, independente de sexo, há 20 ou 30 anos, não ter seus direitos civis reconhecidos como tal?

Tratemos a luta dos homoafetivos pelos seus direitos como uma Guerra contra a discriminação, contra o preconceito, fazendo-se uso da premissa "respeite para ser respeitado".

Não entendo que no Brasil, país democrático de direito, ainda não tenhamos fechado entendimento acerca dos direitos civis da união homoafetiva, pois chegamos até a criar cotas para negros, índios.... Mas atenção homoafetivos! Favor não reinvidinquem cotas, pois a meu ver estas são diminuidoras do potencial humano daqueles que desfrutam de igualdade de condições! As cotas deveriam englobar a população mais pobre, que vive na base da pirâmide, e não os negros, os indios, os homoafetivos, a não ser que estes façam parte das classes mais abastardas.